CDB tem taxa de administração? Tire todas as suas dúvidas!

Quantas vezes você já parou para pensar sobre como está tratando suas economias, e se questionou sobre a melhor maneira de aplicar seu dinheiro?

Um dos jeitos mais comuns de começar a investir (e começar a ir além da poupança) é a partir do Certificado de Depósito Bancário (CDB).

E não se assuste com o nome! Ele é mais fácil do que parece e melhor: o CDB não tem taxa de administração.

Os CDBs são papéis emitidos pelo banco e usados para captar recursos. Ou seja: quem investe nesse tipo de produto está emprestando dinheiro ao banco, que o utilizará como empréstimo a outras pessoas ou empresas.

E onde entra o lucro nisso?

Simples: a instituição financeira paga para você uma remuneração por receber esse dinheiro e cobra juros de quem o pegar emprestado, capazes de garantir esse seu lucro e, claro, os ganhos do própria instituição.                                                             

Um dos lados positivos desse tipo de investimento é que seus riscos são baixos: quando você opta por realizá-lo, recebe também uma proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Ele é a garantia de que, se o banco quebrar, você terá como reaver uma parte ou a totalidade do seu dinheiro. Cada CPF cadastrado, nesses casos, recebe de volta até R$ 250 mil por conglomerado financeiro cadastrado.

Além disso, o CDB tem, geralmente, uma rentabilidade maior do que a poupança e você pode investir a partir de R$ 200,00. Seu valor exato de rendimento, porém, é um pouco difícil de definir, pois existem alguns tipos de juros para cada título, e tudo depende do prazo de vencimento, período de carência e do montante mínimo em cada aplicação.

 

Como funciona, quanto rende e por que o CDB não tem taxa de administração em bancos

Antes de mais nada, é importante entender que existem três tipos de CDB:

 

  • Pré-fixados: o nome, nesse caso, já diz tudo. Essa opção tem uma remuneração fixada já no momento em que o investidor compra o papel. Assim, é possível fechar o negócio já sabendo qual será a rentabilidade do dinheiro aplicado. Por exemplo: no caso de um CDB que rende 11% ao ano, este será o percentual de rendimento do seu dinheiro.
  • Pós-fixados: esses são um pouco mais “chatinhos”, mas a gente descomplica! Normalmente a aplicação pós-fixada é atrelada a um percentual do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), que rende valores próximos à Selic (quanto o governo paga de juros pelos títulos da dívida pública, adquiridos, em sua maioria, pelos bancos). Portanto, se um título CDB prometer um retorno de 100% do CDI, ele pagará praticamente a variação da taxa Selic.
  • Híbridos: normalmente esse tipo está atrelado a um índice de inflação, acompanhado por uma remuneração fixa (por exemplo, IPCA + 6%).

 

É importante lembrar que existe tributação do Imposto de Renda em cima da rentabilidade que você obteve ao investir no  CDB! Para saber o retorno real do investimento, é essencial calcular o rendimento líquido da aplicação, isto é, seus ganhos descontado o IR e a inflação do período. Em uma análise mais detalhada, o retorno geralmente é positivo.

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Além disso, há ainda a questão do vencimento do título.

Os prazos variam conforme as instituições financeiras e geralmente têm duração entre três meses e cinco anos, levando em conta também o período do prazo de carência (período em que você não pode mexer nesse dinheiro).

O rendimento do CDB é maior do que o da caderneta de poupança e proporciona a mesma segurança que ela. Além disso, não conta com taxa de administração, performance ou custódia; também são inúmeros títulos e instituições financeiras que podem ser escolhidos.

Então, se você tem interesse em comprar um CDB, existem duas opções principais:

 

  • Abrir uma conta no banco emissor do papel, caso em que o CDB não requer pagamento de taxa de administração;
  • Buscar uma corretora de investimentos, onde você poderá investir em CDBs de várias instituições ao mesmo tempo, o que é a melhor opção.

 

E atenção: embora o CDB não cobre taxa de administração, ele cobra Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre investimentos resgatados com menos de 30 dias de aplicação. Mantendo seu dinheiro por no mínimo 30 dias, o IOF deixa de ser cobrado.

 

Como investir em CDB

A primeira coisa que você deve fazer é verificar seus investimentos atuais e suas rentabilidades. Aqui, nossa dica é sempre ter em mente um objetivo com o dinheiro, (por exemplo uma viagem), e entender o prazo que você tem para investir. Feito isso, compare  o retorno de cada opção de investimento (CDB, LCI, LCA, Tesouro Direto…) para aquele período.

Se o CDB se mostrar a opção ideal para você, verifique a instituição que paga mais e comece a investir! O CDB pode ser um grande aliado, já que tem um retorno atraente e baixos riscos.

E ele pode ser usado como um trabalho de formiguinha, com aportes pequenos e constantes, que trarão mais estabilidade para o seu futuro.

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